CARBONO ZERO

Na conta da pegada carbónica do Rock in Rio, auditada por uma consultora independente, entram desde emissões geradas pela deslocação de bandas, público e mercadorias e a energia gasta na produção do evento até ao consumo de energia gasta no tratamento de resíduos gerados durante o festival, incluindo montagem e desmontagem.Até 2016, 118 mil árvores serão plantadas para compensar as emissões geradas pelo Rock in Rio Lisboa, até agora já foram recuperados 43 hectares de floresta ardida. Adicionalmente, o Rock in Rio já financiou projetos de melhoria de condições ambientais de indústrias no Brasil.Compensar é importante, reduzir as emissões é fundamental. Por isso, em 2008 o Rock in Rio adotou o Manual de Boas Práticas, um guia com 18 medidas a serem adotadas por todos os envolvidos na realização do evento para reduzir o impacto ambiental do Rock in Rio compensar apenas as emissões inevitáveis.Uma das medidas que mais contribui para a redução da emissão de CO2 é o uso de transporte coletivo pelo público: calcula-se que mais da metade das emissões ocorram desta deslocação. Por isso, o Rock in Rio lança em todas as edições uma campanha de sensibilização – em 2012 foi o primeiro evento em Portugal com parque de bicicletas – e elabora um esquema especial de transporte para encorajar o público a deixar o carro em casa.Evento com o selo:CARONO_ZERO-22Auditado por uma Entidade Externa