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ROCK IN RIO - Por um Mundo Melhor

Consciente da força da sua marca e do seu enorme poder de atracão, em 2001, o evento assumiu a responsabilidade de ser um veículo de comunicação para causas de cariz social e ambiental e mostrar que pequenas mudanças de atitude do dia-a-dia têm um grande impacte sobre o futuro do planeta.
Em 2001 angariou recursos para que 3.200 jovens, entre 17 e 29 anos, concluíssem os seus estudos em 100 salas de aula montadas em comunidades carenciadas do Rio de Janeiro, Brasil. Outros 29 projetos financiados pelo festival, através da UNESCO, beneficiaram milhares de pessoas em todo o Brasil.

Em 2004 e 2006, o Rock in Rio Lisboa angariou 1.216.772,43 euros, destinados a instituições de apoio à infância de Portugal através da SIC Esperança e em mais 43 países, através da Plan International/Childreach.
Por entender que a temática das Alterações Climáticas é um tema urgente, desde 2006 o Rock in Rio assumiu o compromisso de contabilizar e compensar 100% das emissões de CO2 associadas à realização das várias edições do evento e desde 2008 que promove e incentiva, em conjunto com o Ministério dos Transportes, a utilização de transportes públicos durante o festival.

Em 2008 e 2010, lançou em Portugal o Concurso "Rock in Rio Escola Solar" para consciencializar estudantes de todo o país sobre a importância das ações de cada um no combate às Alterações Climáticas e na construção de um mundo mais sustentável, incentivando que desenvolvessem projetos de melhoria da qualidade de vida nas suas comunidades. Em parceria com empresas locais, o festival instalou 760 painéis fotovoltaicos em cerca de 38 escolas vencedoras de todo o país. A energia gerada pelos painéis é vendida e a verba revertida para projetos de solidariedade nos próximos 15 anos após a entrada em funcionamento dos painéis. O "Rock in Rio Escola Solar" ganhou o prémio internacional de sustentabilidade e energia, o "Energy Globe Awards" na categoria "Juventude", tendo concorrido com mais de 800 projetos de 100 países.

Desde 2008, o Rock in Rio-Lisboa passou a ser um evento 100R, que garante que todos os resíduos de embalagem (plástico, vidro, latas, etc.) são recolhidos e reciclados nas fases de montagem e desmontagem e durante o evento, e passou a envolver patrocinadores, parceiros, fornecedores e concessionários de espaços no desafio da implementação de medidas ambiciosas de redução de emissões de CO2, através do seu Manual de Boas Práticas, e um concurso para o Fornecedor e Operador de Stand mais sustentável.

Em 2010, lançou o desafio a toda a comunidade portuguesa através do prémio "Rock in Rio Atitude Sustentável" que, com a colaboração de notáveis da sociedade portuguesa, entre as quais o Dr. Jorge Sampaio (antigo Presidente da República Portuguesa), premiou pessoas, entidades e empresas que contribuem de forma pró-ativa para a sustentabilidade do país.

Em 2008 e 2010, o Rock in Rio-Madrid, investiu cerca de 1.312.000 euros na plantação de árvores, no Projeto Carbono Zero, em ações de consciencialização sobre as Alterações Climáticas e na oferta gratuita de transporte público para todo o público do evento – garantindo assim a redução de toneladas de CO2 para a atmosfera.

Em 2011 no Rio de Janeiro foram arrecadados mais de 2.200 instrumentos que serão distribuidos por cerca de 150 instituições sem fins lucrativos. O Rock in Rio 2011 em parceria com a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, montou uma Oficina de Assistente de Luthier para 40 jovens (alunos ou ex alunos de escolas púbicas) localizada numa das primeiras comunidades pacificadas do Rio de Janeiro. O Rock in Rio premiou 10 escolas municipais com salas de música equipadas com instrumentos e toda infraestrutura necessária para o bom funcionamento das aulas.